às vezes, uma simples pausa
faz uma poesia
permeada pelo lirismo
da inspiração
Sou a poesia que me habita.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
domingo, 17 de outubro de 2010
Caixa de jóias
Ela ficou guardada por muito tempo
Em um triste repouso
Guardava um tesouro
Escondia um tormento
Quem a via não ouvia seu lamento
Só, (Sub)existia num esquecido recanto
Sobrevivia calada, contendo seu pranto
Não podia ser expresso, tanto sentimento
Até que um dia, depois de muito empenho
Ela emergiu e mostrou-se nua
Plena, em seu brilho abundante
Tinha muitas jóias, de vários desenhos
Que irradiavam Luz tal qual a Lua
E revelavam, enfim, seu essencial diamante
Em um triste repouso
Guardava um tesouro
Escondia um tormento
Quem a via não ouvia seu lamento
Só, (Sub)existia num esquecido recanto
Sobrevivia calada, contendo seu pranto
Não podia ser expresso, tanto sentimento
Até que um dia, depois de muito empenho
Ela emergiu e mostrou-se nua
Plena, em seu brilho abundante
Tinha muitas jóias, de vários desenhos
Que irradiavam Luz tal qual a Lua
E revelavam, enfim, seu essencial diamante
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
balança
a dor cega
o sofrimento nega
o prazer se apaga
a felicidade se acaba
o tempo passa
a razão se acha
o prato do amor
pesa mais do que o do rancor
o sofrimento nega
o prazer se apaga
a felicidade se acaba
o tempo passa
a razão se acha
o prato do amor
pesa mais do que o do rancor
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