Por não mais suportar
Nosso dia esperar
Viver só no ar
Pulei
Para com a ilusão acabar
A verdade encarar
Poder me entregar
Arrisquei
Pois contigo era fantasia
Ser feliz assim não podia
A fábula não me satisfazia
Terminei
Porque ser sozinha não está com nada
O que eu quero é amar e ser amada
E que meu medo se vá com uma risada
Renascerei
Sou a poesia que me habita.
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
MorteVida
Pulei
Lancei-me ao desconhecido
Larguei-te no topo do edifício
Castelo de ilusões, feito de idealizações
Navegando no meu ser, encontro
Perguntas curiosas
Respostas questionáveis
Descubro o novo
Posso flutuar, voar ou me esborrachar
Mas não volto
Não há volta
A ponte está queimada
Lancei-me ao desconhecido
Larguei-te no topo do edifício
Castelo de ilusões, feito de idealizações
Navegando no meu ser, encontro
Perguntas curiosas
Respostas questionáveis
Descubro o novo
Posso flutuar, voar ou me esborrachar
Mas não volto
Não há volta
A ponte está queimada
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
JÁ
cá
eu penso
cadê o quê
que me faz sofrer?
cá
percebo
o que foi já era
e o que vem
virá
cá
entendo
se o que sinto
estranho
o novo já está
eu penso
cadê o quê
que me faz sofrer?
cá
percebo
o que foi já era
e o que vem
virá
cá
entendo
se o que sinto
estranho
o novo já está
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