Pulei
Lancei-me ao desconhecido
Larguei-te no topo do edifício
Castelo de ilusões, feito de idealizações
Navegando no meu ser, encontro
Perguntas curiosas
Respostas questionáveis
Descubro o novo
Posso flutuar, voar ou me esborrachar
Mas não volto
Não há volta
A ponte está queimada
Sou a poesia que me habita.
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
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