O que eu quero desse vento inebriante
Que me deixa zonza
De me esquecer
Porque me deixo levar nesta corrente
Rodopiando louca
Sem nem perceber
Que prazer há em não estar
Em me jogar
Em desconectar
Será que é um respiro
Um contraponto
De tanto me cobrar
É preciso perder o eixo
Pra me desprender
De tanto pensar
Se tanta força faço
Pra te esquecer
Porque simplesmente não paro
De tentar entender
Deixa estar
Sua presença fica
Sem saber, me ensina
Sou a poesia que me habita.
sexta-feira, 26 de outubro de 2012
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