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Sou a poesia que me habita.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Arte

Pinto e bordo
Faceira e formosa
Esse amor que se mostra

Apresenta-se assim
Intrépido e inovador
Sem receios, nem pudor

Me engrandece e transforma
Atendendo aos meus pedidos
E ensinando o merecimento

De alegria, pulo
Nas surpresas, dou cambalhotas
Aprendo no dia-a-dia
Que a fé amadurece na maciota

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