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Sou a poesia que me habita.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Verdade

Resolvi tirar minha armadura
Desvencilhar-me de vez
Dessa fortaleza
Dessa prisão

Falsa proteção que inventei
Para afastar-me do perigo
Para deturpar a realidade
Essa máscara já não me serve

Agora vou correr mais livre e solta
Explorando o desconhecido
Com verdade e humildade
Com amor e com justiça

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