O que se revela a nós
Quando nos revelamos
Para o mundo
Para nós mesmos
A verdade
Nem sempre
É bela
Pura
Simples
Às vezes
É árdua
Dói
Arde
Borboletas
Lindas
E carregadas
De larvas
Brilho
Que reluz
Escamas
Luz
Que cura
Pela transformação
Na união
Dos opostos
Na aceitação
Da dualidade
Onde certo
E errado
O bem
E o mal
Coexistem
.
.
.
"No espelho do córrego bailam borboletas bêbadas de
sol." (Carlos Drummond de Andrade)
Sou a poesia que me habita.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
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