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Sou a poesia que me habita.

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Tudo

Você é tudo
Um pouco de todos
Um pouco familiar
E muito incomum

Agora entendi
Porque eu sempre quis
Mas nunca consegui
Ser de verdade feliz

O amor não é ânsia
Não é vazio
É real perseverança
Domando o arredio

Luneta mágica, multicolorida
Passeio por muitos lugares
Ora desconheço, ora sou reconhecida
Renovo meu peito com novos ares

Sigo em frente
Cada vez mais surpresa
Vivendo só o presente
Realizando-me princesa

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