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Sou a poesia que me habita.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Nova-mente

O vazio... Novamente, vem me chamar
Espaço já tão explorado
Mas ainda tão desconhecido
Resisto, mas não posso evitar

Aqui vou eu
Nessa aventura etérea
Sem fazer a menor idéia
Do que foi que aconteceu

Foi meu coração quem quis
Apertou a intuição
Contra o sentido da razão
Eu, confiante, obedeci

Lá vou eu
Sem saber o que me espera
Abrindo mão de uma linda paquera
Para receber o que é meu

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