de pensar
que eu sabia
perdi
o pulso das coisas
desandei
fritei
desaguei
procurei
me reencontrar
o centro
o eixo
procurei
na chama
me encontrei
e roguei
esvaziei
para respirar
respirei
para não pirar
deixei
aceitei
não sei
fora não mudou
aqui sim
o controle
larguei
me entreguei
Sou a poesia que me habita.
terça-feira, 25 de outubro de 2011
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