Solto o nó que aperta meu peito
Solto a corda que amarra esse sofrimento
Sai essa dor, para uma nova emoção entrar
Vou te abraçar e falar baixinho que chega
Chega de se chocar, de se enfrentar, de se pegar
Chega
Vem aqui, fica quietinho, deixa eu te fazer um cafuné
Vem pacificar seu coração, vem receber o meu carinho
Chega
Sou a poesia que me habita.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
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