Hoje o vento me falou
que o gosto do tempo
é o gosto do que vem
Vou deixar você ir
Vou enfrentar o vazio
Desejo que os meus olhos não me traiam
Que minha razão não me engane
Que minha emoção não me arrebata
Desejo que o novo venha com alegria
Que me traga o desconhecido
Que me surpreenda os sentidos
Sou a poesia que me habita.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
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