é um segundo
é um nada
é uma batida
que no peito falta
um vento
um calafrio
um vácuo
no corpo arredio
uma sensação
uma lembrança
uma querência
de um amor que não cansa
é um espasmo
é um suspiro
é uma distração
e de mim me retiro
Sou a poesia que me habita.
segunda-feira, 20 de setembro de 2010
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