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Sou a poesia que me habita.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Cordel

Porque és como o mar
Porque sou como o céu
Para te encantar
Faço a ti esse cordel

Ó, menino faceiro
Passarinho azulão
Mesmo tão aventureiro
Fez casa em meu coração

Como céu que sou
Dou-te o mundo para voar
És o pássaro que me libertou
Para eu viver só de amar

Eu, estrela pequenina
Tu, o mar que me reflete
Tão feliz que nem se imagina
Jorro luz que nem confete

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