Voava, livre e feliz
Tranquila, nesse cenário
Que eu chamo de lar
Quando avistei um peixe reluzente
Charmoso e atraente
Nadando sozinho no mar
Desejei-o, mas me contive
Não seria prudente
Agir sem pensar
O peixe me percebeu
Pulou e rodopiou
Me pedindo para chegar
Mergulhei, enfim, de uma vez
E com ele me deliciei
Até pensei em lá ficar
Mas de súbito, realizei
Na água não posso respirar
Ali não é o meu lugar
Saí, então, atordoada
Com as penas todas molhadas
Me esforçando para voar
Assim que pude, numa pedra pousei
Percebendo como é arriscada
Essa ânsia de me aventurar
Sou a poesia que me habita.
sábado, 5 de dezembro de 2009
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Ê estrela!
ResponderExcluirmuito legal este Mergulho!
como é romântica esta estrela!
beijos